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Pena de morte.
Autor: Iago Oliveira


A pena de morte é uma sentença aplicada pelo poder judiciário que consiste na execução de um indivíduo condenado pelo Estado. Os criminosos condenados à pena de morte são geralmente culpados de assassino premeditado. Mas a pena também é utilizada hoje para reprimir espionagem, estupro, adultério e corrupção.

A pena de morte encontra-se abolida para todos os crimes em quase todos os países da Europa e da Oceania. Na América do Norte, foi abolida no Canadá e no México e em algumas zonas dos Estados Unidos da América. Na América do Sul, a Argentina ainda mantém a pena de morte para alguns crimes, mas estes estão completamente fora da realidade do cotidiano dos cidadãos, como, por exemplo, traição em tempos de guerra. Trinta e seis estados dos Estados Unidos, a Guatemala e a maior parte do Caribe, da Ásia e da África ainda mantêm a pena de morte para crimes comuns. O caso de alguns países, como a Rússia, é bastante peculiar, pois legalmente mantêm a pena de morte mas já não executam ninguém há bastante tempo.

A pena de morte é atualmente uma forma de punição muito controversa. Os que lhe são favoráveis dizem que é eficaz na prevenção de futuros crimes e adequada como punição para assassinatos, eliminando a ameaça que para a sociedade representa quem não respeita a vida alheia. Os opositores dizem que não é aplicada de forma eficaz e que, como consequência, são anualmente executados vários inocentes. Afirmam também que é uma violação dos direitos humanos.


No filme "À Espera de Um Milagre", mostra execução da pena de morte de forma equivocada, punindo assim, um homem que inocente que estava sendo acusado de estupro se não me engano.

Bom, este é um tema que já foi bastante discutido por vocês, tenho certeza, porém, é sempre bom ouvir (ler) novas opiniões e amadurecer mais suas ideias. Participe deste debate:
1. Você é a favor ou contra a pena de morte?
2. Na sua opinião, uma pessoa que estupra, que mata, que rouba deveria ser penalizada?
3. Você já assistiu ao filme citado no post? Se sim, comente sobre ele.
4. "Mesmo que eu me converta em assassino, temos que matar os assassinos". Concorda ou não?
5. Porque manter criminosos vivos na cadeia, sendo que só significam despesas e as cadeias brasileiras só formam bandidos, não acertam ninguém?
6. Não é economicamente viável aprovar a pena de morte para que o estado não tenha mais que bancar a sua sobrevivência?

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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

às 15:39


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A tatuagem e o preconceito.
Autor: Iago Oliveira


A tatuagem (também referida como tattoo na sua forma em inglês) ou dermopigmentação ("dermo" = pele / "pigmentação" ato de pigmentar, ou colorir) é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas e cultuadas do mundo. Trata-se de um desenho permanente feito na pele humana que, tecnicamente, é uma aplicação subcutânea obtida através da introdução de pigmentos por agulhas, um procedimento que durante muitos séculos foi completamente irreversivel (embora dependendo do caso, mesmo as técnicas de remoção atuais possam deixar cicatrizes e variações de cor sobre a pele). A motivação para os cultuadores dessa arte é ser uma obra de arte viva, e temporal tanto quanto a vida.

O pai da palavra "tattoo" que conhecemos atualmente foi o capitão James Cook (também descobridor do surf), que escreveu em seu diário a palavra "tattow", também conhecida como "tatau"(era o som feito durante a execução da tatuagem,em que se utilizavam ossos finos como agulhas e uma espécie de martelinho para introduzir a tinta na pele).Com a circulação dos marinheiros ingleses a tatuagem e a palavra Tatoo entraram em contato com diversas outras civilizações pelo mundo novamente.Porém o Governo da Inglaterra adotou a tatuagem como uma forma de identificação de criminosos em 1879, a partir daí a tatuagem ganhou uma conotação fora-da-lei no Ocidente.

No Brasil, a tatuagem elétrica é uma arte muito recente, surgiu em meados dos anos 60 na cidade portuária de Santos e foi introduzida pelo dinamarquês "Knud Harld Likke Gregersen" também conhecido como Lucky Tattoo, que teve sua loja nas proximidades do cais, onde na época era a zona de boemia e prostituição da cidade de Santos.
Isto contribuiu bastante para a disseminação de preconceitos e discriminação da atividade. A localização da loja era zona de intensa circulação de imigrantes embarcados, muitas vezes bêbados, arruaceiros e envolvidos com drogas e prostitutas; gerando um estigma de arte marginal que perdurou por décadas.
Hoje em dia, graças a circulação de informação pela televisão e por meios de comunicação como a internet, a tatuagem vem atingindo todas as camadas das populações brasileiras sem distinções.

Retirado do Wikipédia.

Participe deste debate sobre a tatuagem: leia, pense, pense novamente, opine, responda as perguntas abaixo e respeite a opinião do próximo.
1. Você tem alguma tatuagem? Se não, tem vontade de fazer?
2. Tem algum amigo tatuado ou que sejar um tatuador? Como eles são com você?
3. O preconceito ainda existe, o que você acha disso?
4. Apesar da tatuagem começar numa zona de boemia e prostituição, não se deve generalizar, concorda?
5. Pra você as tatuagens deveriam ser liberadas para menores de idade sem a autorização dos pais (apesar de alguns tatuadores não pedirem a autorização)?

6. Concorda que a tatuagem deveria ter um significado antes de ser feita?

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domingo, 15 de agosto de 2010

às 10:30


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O dízimo.
Autor: Iago Oliveira



Dízimo significa a décima parte de algo, paga voluntariamente ou através de taxa ou imposto, normalmente para ajudar organizações religiosas judaicas ou cristãs. Apesar de atualmente estar associada à religião, muitos reis na Antigüidade exigiam o dízimo de seus povos.
Hoje, os dízimos são normalmente voluntários e pagos em dinheiro, cheque ou ações, enquanto historicamente eram pagos na forma de bens, como com produtos agrícolas. Alguns países europeus permitem com força de lei que instituições religiosas instituam o dízimo como obrigatório.

O Dízimo nas religiões Abraâmicas foi instituído na Lei de Moisés, estipulado para manter os sacerdotes e a tribo de Levi, que mantinha o Tabernáculo e depois o Templo, já que eles não poderiam possuir herdades e territórios como as outras tribos. Também o dinheiro era usado para assistir os órfãos, viúvas e os pobres. Depois da destruição do Templo no ano 70 DC a classe sacerdotal e os sacrifícios foram desmantelados, assim os rabinos passaram a recomendar que os judeus contribuissem em obras caritativas.
Para o sociólogo Émile Durkheim em "Lições de Sociologia", o dízimo teria origem no pensamento mítico, primeiramente como sacrifícios e ofertas aos deuses e divindades para obter "permissão" divina para o bom cultivo de bens mundanos, seja na pesca, coleta, agricultura, etc. Transmutou-se em dízimo em certas religiões, e por fim, transmutou-se em impostos, que seria a versão secular do dízimo.

Participe, deste debate. Exponha sua opinião e responda as perguntas abaixo:
1. Você faz parte de uma das religiões que exigem o dízimo? Se sim, você paga?
2. Independentemente da religião de qual faz parte, você é a favor do dízimo? Porque?
3. Em algumas igrejas o dízimo é obrigatório, na sua opinião isto é correto?
4. Tirar 10% do salário de uma pessoa pobre é correto?

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sábado, 7 de agosto de 2010

às 20:13


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A legalização da maconha.
Autor: Iago Oliveira

Boa noite, galera. Postei sobre a legalização pois o resultado deu empate (entre Virgindade até o casamento e A legalização da maconha), daí escolhi o tema. Espero um bom debate.

Cânabis (português brasileiro) ou canábis (português europeu), popularmente maconha, marijuana, ganja ou suruma (em Moçambique) refere-se a um número de drogas psicoativas derivadas da planta Cannabis.
A forma herbácea da droga consiste de flores femininas maturas e nas folhas que subtendem das plantas pistiladas (femininas). A forma resinosa, conhecida como haxixe, consiste fundamentalmente de tricomas glandulares coletados do mesmo material vegetal.

O consumo humano da cânabis teve início no terceiro milênio a.C.. Nos tempos modernos, a droga tem sido utilizada para fins recreativos, religiosos ou espirituais, ou para efeitos medicinais. As Nações Unidas estimam que cerca de quatro por cento da população mundial (162 milhões de pessoas) usam maconha pelo menos uma vez ao ano e cerca de 0,6 por cento (22,5 milhões) consomem-na diariamente. A posse, uso ou venda da maconha se tornou ilegal na maioria dos países do mundo no início do século XX; desde então, alguns países têm intensificado as leis que regulamentam a proibição do produto, enquanto outros reduziram a prioridade na aplicação destas leis.

A campanha pela legalização da cânabis ganhou força a partir das décadas de 1980 e 1990, notadamente apoiada por artistas e políticos liberais. No Brasil, é uma das bandeiras do político Fernando Gabeira, que tentou implementar o cultivo do cânhamo para fins industriais. Em Portugal, o consumo pessoal de cannabis é limitada a 2,5 gramas por dia, e meia grama de hashish por dia. Não se pode portar mais de 10 doses diárias, caso contrário, é configurado um tráfico de drogas.

E você? O que pensa deste assunto? Opine, debata e responda:
1. O que você acha da legalização?
2. A maconha é proibida porque faz mal a saúde. Será mesmo? Então, por que o bacon não é proibido? Ou as anfetaminas? Ou a cerveja?
3. Fumar maconha em casa e na rua deveria ser legal? Legal no sentido de lícito e aceito socialmente, como álcool e tabaco?
4. Aceitaria a legalização caso fosse com as leis de Portugal?

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sábado, 31 de julho de 2010

às 22:34


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A eutanásia.
Autor: Iago Oliveira





Eutanásia é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida por um especialista.
A eutanásia representa atualmente uma complicada questão de bioética e biodireito, pois enquanto o Estado tem como princípio a protecção da vida dos seus cidadãos, existem aqueles que, devido ao seu estado precário de saúde, desejam dar um fim ao seu sofrimento, antecipando a morte.
A "eutanásia ativa" conta com o traçado de ações que têm por objetivo pôr término à vida, na medida em que é planejada e negociada entre o doente e o profissional que vai levar e a termo o ato.
A "eutanásia passiva" por sua vez, não provoca deliberadamente a morte, no entanto, com o passar do tempo, conjuntamente com a interrupção de todos e quaisquer cuidados médicos, farmacológicos ou outros, o doente acaba por falecer. São cessadas todas e quaisquer ações que tenham por fim prolongar a vida. Não há por isso um ato que provoque a morte (tal como na eutanásia ativa), mas também não há nenhum que a impeça (como na distanásia).
Distanásia é o oposto de eutanásia. A distanásia defende que devem ser utilizadas todas as possibilidades para prolongar a vida de um ser humano, ainda que a cura não seja uma possibilidade e o sofrimento se torne demasiadamente penoso.
É relevante distinguir eutanásia de "suicídio assistido", na medida em que na primeira é uma terceira pessoa que executa, e no segundo é o próprio doente que provoca a sua morte, ainda que para isso disponha da ajuda de terceiros.

Perguntas:
1. Você é contra ou a favor? Justifique sua posição.
2. Para você, é correto dar fim a vida de um ser humano, mesmo que seja para acabar com o sofrimento incessante do mesmo?
3. Se for a favor, qual acha a forma mais correta: a eutanásia passiva ou a eutanásia ativa?
4. Se for contra, você não acha que não permitir a execução da eutanásia estaria "torturando" um ser humano que tem, por escolha própria, dar fim a sua vida para acabar com seu sofrimento?
5. No mais, comente.

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terça-feira, 20 de julho de 2010

às 20:38


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Deve ser de conhecimento de todos a aprovação do casamento entre homossexuais pelo senado argentino. Pois é, sei que minha opinião não vai mudar a vontade das pessoas, porém, preciso expor o que penso neste blog.
Primeiro que eu acho extremamente incorreto um casamento entre pessoas do mesmo sexo. É muito difícil eu ver essa aprovação como uma vitória para sociedade. Outro dia, numa comunidade no Orkut, uns membros começaram a debater sobre uma notícia que tinha saído sobre gays e esses membros tratavam e queriam que outros tratassem tal assunto como uma normalidade, pois bem, não é normal.
Eu gostei muito quando li uma notícia em um site sobre uma juíza argentina que se negou a realizar um casamento entre gays, mesmo que custe sua vida. Ela diz umas palavras que, quando li, fiquei pasmo mas confesso que gostei: "Que me acusem do que quiser. Deus me diz uma coisa e eu vou obedecer com todo rigor, mesmo que custe meu posto, e mesmo que me custe a vida, porque primeiro está o que Deus me diz". Posteriormente, ela diz: "Fui criada lendo a Bíblia e sei o que Deus pensa. Deus ama a todos, mas não aprova as coisas ruins que as pessoas fazem. E uma relação entre homossexuais é uma coisa ruim diante dos olhos de Deus".
Simplesmente faço das palavras dela, as minhas. É notório a anormalidade do homossexualismo, e isso, ninguém pode mudar. Termino esse post suplicando a quem se sinta ofendido que, se for homosexual, saiba respeitar a minha opinião assim como vocês querem ser respeitados, em momento algum ofendi alguém, simplesmente falei a verdade.

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sexta-feira, 16 de julho de 2010

às 18:27


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